Quando Acaba – Dicas para fim de relacionamento

Quando Acaba – Dicas para fim de relacionamento

Eu já acabei com muitos relacionamentos e também já tive muitos relacionamentos acabados (se é que vocês me entendem). Muitos relacionamentos, dos que eu acabei, acabei pelo simples fato de não querer enganar ou machucar ninguém (Na verdade, eu estava precisando de um tempo só. Só com putas), outros porque não estava feliz (leia-se vida sexual sem graça), alguns porque fui corno, outros porque achava que estava sendo corno (sabe como é né… depois de ter sido corno, o cara fica meio neurótico), e outros porque fui burro (esse dói!!).

Nota: um cara nunca termina o relacionamento porque é só namorado e não tem sexo, só beijinho. Muito pelo contrário. O cara só termina um relacionamento depois de ter feito sexo com a garota pelo menos 2 vezes. 2 vezes? Explico. A primeira para mostrar que é foda, e a segunda pra saber se aquela perereca vale a pena ser explorada outras vezes. Se o cara terminar o relacionamento mesmo antes de chegar aos ‘finalmente’, sinta-se honrada! Ele está sendo sincero em suas colocações, e você deu sorte de encontrar um cara bacana ( e que realmente não estava a fim de te sacanear, nem te fazer sofrer)… e talvez é verdade isso dificulte ainda mais a recuperação… vai ficar pensando: “o cara é tão sincero!”, “É o homem da minha vida!”, “nunca mais vou encontrar outro assim”… Companheira, devo te informar que quanto a este último exemplo, é verdade! Nunca mais vai encontrar outro mesmo… Pode encontrar parecido, mas sincero e que prefere terminar sem explorar “as vias de fato”… vai encontrar mesmo não. Por que? Isso é assunto para outro texto que estou abordando (A Teoria das “3”).. mas já que você insiste: Se o cara for terminar o relacionamento, usando o ridículo argumento de falta de sexo… tem 3 opções:

1)       A menina vai dizer valeu! Tchau! Prazer conhecê-lo! Até nunca mais!

2)       A menina vai fazer o nº1 e o cara vai voltar atrás e dizer que estava só blefando, não era bem assim… calma aê, vamos conversar… (otário! hahahaha) ou

3)       A menina gosta do cara, e para não perder o namorado, vai falar para ele: “come logo essa merda então! Eu tava só de sacanagem.. fazendo jogo duro” Afinal de contas, virgindade não é pênalti, pode perder sim!

Mas então o que fazer quando se leva um pé na bunda (em português claro)?

A coisa mais importante de todas:

 Arrumar outro! – O mais rápido possível!

 Tanto homem como mulher, é uma das melhores épocas da vida, quando se é jogado às traças. Mulher principalmente! Todo o homem quer consolar, dar carinho, conversar, dar palavras de consolo.. e principalmente, todo homem que mostrar para garota que ele é diferente, que ele fará diferente, que se fosse com ele você jamais passaria por aquilo, pois com ele você seria a mulher mais feliz do mundo.. se você der uma chance ele vai te mostrar a felicidade… porra nenhuma! Tudo conversa fiada… mentira para faturar você… Mas é oferta né… rsrsrsrs – É melhor sofrer sendo bajulada, que sofrer sozinha em casa enchendo a cara de chocolate e ficando cada vez mais gorda, flácida e rabujenta.. .não agüento ouvir mais isso de  “não quero mais saber de homem!”… Que mané não quero mais saber de homem.. então foda-se.. arruma uma namorada, vira lésbica, vai fazer sabão, tanto faz, mas arruma outra pessoa para ficar contigo. Nada de ficar em casa sofrendo.. chorando, assistindo a filmes românticos (Um lugar chamado NothingHill, O Diário de Bridget Jones 1 e 2 ou Clube da Luta.. clube da luta? É! Melhor nem ver filme então.. pois até assistindo clube da luta você vai chorar.. e vai ser uma merda do cacete.. falo por experiência própria!)

 Pronto! Você já sabe o primeiro passo (arrumar outro). Agora vamos ao segundo:

 

Pára com essa porra de “não bebo!”!

 Que mané chegar nos lugares e pedir “me dá água mineral com gás”. Se você for muito delicada pede um vinho (mas nada de vinho de abacaxi, ou de morango, ou de pêssego… essa porra não é vinho.. pede vinho de vinho.. puro e sem gelo… Já ta na hora de parar com essas frescuras). Coca-Cola é permitido depois que já estiver doidona… Mas o certo mesmo seria chegar no bar e pedir: “me dá um wisky! Sem gelo!”… mas se você pedir um chopp já vai impressionar bastante… você vai ficar surpresa consigo. Vai pensar: “caramba, antigamente eu terminava um relacionamento e ficava chorando.. hoje em dia eu venho pro boteco e peço um chopp e fico fingindo que estou rindo, que não to nem aí!”

 

Amigos: Não fuja deles!

 Essa é a hora de procurar seus amigos. Nada de ficar com vergonha ou com medo da reação deles agora… só porque você sumiu, abandonou-os, nunca mais telefonou, nem respondeu scraps do orkut, cruzou com eles na rua e fingiu que não conhecia, da última vez que eles foram a sua casa você os atendeu do portão, ou sábado quando eles te chamavam para ir pra balada você dizia que eles eram solteirões mal amados e que não sabiam o que é amor de verdade e que eles estavam te chamando pois estavam com inveja do seu relacionamento sério e firme.. só por isso? Ah.. que isso! Se você realmente tem amigos podes crer que eles não vão ligar para isso não.. O máximo que pode e vai acontecer, você ficar ouvindo repetidas vezes eles te lembrando do que te disseram antes de tudo terminar: “esse cara é um canalha!”, “abre o olho!”, “cuidado para não quebrar a cara!”, “você tem que viver.. não pode ficar presa assim”, “qual o problema de sair de vez em quando?”, “aproveita a vida! Depois termina, e você vai se arrepender!”… é… só vai ter que agüentar o “eu te avisei!”.. “eu te falei que ele só queria te comer” ou o “eu não falei?”, “agora vem aqui com o rabinho entre as pernas… mas eu sou teu amigo e não vou jogar isso na sua cara.. mas bem que eu avisei”. Mas.. amigos são muito importantes nessa hora. Muito mesmo! Talvez você não tenha noção! (pois uma das mais evidentes reações das pessoas é se trancar, se fechar em seu próprio mundinho, quando sofrem alguma desilusão).

 

Nada de “papo cabeça”!

                    Sabe aqueles amigos intelectuais, almofadinhas? Esqueça eles!

Aqueles programas cultos, Teatro municipal, ópera, filosofia, exposição de arte, barzinho que só toca o fino da mpb e bossa nova… Esquece tudo isso! (pelo menos temporariamente). Toca o foda-se pra essa merda toda! Esquece que você é uma pessoa decente! Quer saber mesmo? Vai pro baile funk, pro pagode, maracanã.. Vai tomar cerveja! Melhor ainda: Vai pro clube das mulheres (se for homem ou lésbica vá pro puteiro!)!!! Mas sai de casa infeliz! Mas sai para se divertir.. para zoar… como? Saindo. Sair como? Sei lá porra! Todo mundo tem amigos babacas idiotas e que gostam de coisas bizarras (tipo baile funk)… chama esse cara para sair. Telefona como quem não quer nada.. rapidamente ele vai te dizer: “vamu pá naite!”.

Ou então, se você não quiser ir pro baile funk, chama aquele colega seu, casado (parece até comigo) que sempre que sai, sai com a esposa (parece mesmo!), mas que adora contar piadas, fazer gracinhas, divertir, descontrair o ambiente, e que adora uma cerveja (parece até que estou me vendo!! Incrível!) mas está sempre duro (acho que sou eu mesmo), para te acompanhar juntamente com a esposa numa noite para afogar as mágoas. Desde que no começo do convite você use a senha “é por minha conta”.. duvido que ele vá se negar a atender seu pedido.

  

Último Passo: Conforme-se!

                     Infelizmente as coisas nem sempre são como nós gostaríamos que fosse. Já dizia Buda: “a eliminação da dor, consiste na eliminação do desejo”. É verdade! Pare de lutar contra os fatos. Aceite que você foi trocada (o) pelo que quer que seja: Por uma vadia, por uma piranha, por uma ilusão, por outro homem, por Jesus, ou por um monte de putas… tanto faz.. pouco importa pelo que você foi trocada.. importa que você não é quem aquela pessoa de fato quer mais.. e você precisa respeitar isso. Você precisa aceitar a sua nova realidade! E a sua realidade agora, é viver sem aquela pessoa.. é viver carregando consigo para o resto da vida um vazio, um buraco, que quer queira quer não, vai sempre existir. Ninguém nunca mais vai ser o mesmo após sair de um relacionamento! É fato!

Mas veja pelo lado bom, só quem se apaixonou e se desiludiu, sabe qual o verdadeiro significado da música Detalhes de Roberto e Erasmo! “Não adianta nem tentar me esquecer! Durante muito tempo em sua vida eu vou viver!” E como dura!!! Só vivenciando para saber!….

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Um grande abraço a todos que tão na merda, já passaram por isso ou um dia ainda irão passar (pois podes crer.. não tem idade, não tem experiência… vai passar por isso em sua vida, muitas e muitas vezes ainda) e melhor sorte nas próximas escolhas. Eu tive a sorte e agradeço ao movimento de rotação da Terra, por ter hoje, finalmente depois de tanto tempo ter encontrado finalmente uma pessoa que é mais que especial: linda, doida, amiga, mulher pra caralho, pessoa incrível, gostosa, amor da minha vida e que pretendo passar o resto de minha vida ao seu lado.. até porque, no fundo a gente sempre sabe quando há cumplicidade e reciprocidade. No meu caso atual: não há dúvidas. Eu tenho tudo que eu preciso nela. Ela provavelmente não tem tudo que precisa em mim, pois eu sou um escroto e desprezível do caralho.. mas ela: ela é foda!! Te amo!! Espero que todo mundo um dia, pelo menos vocês queridos leitores, tenham a mesma sorte que eu tive e também encontrem um dia seu grande amor… pode não ser hoje, pode demorar, pode até não ser nunca.. mas nunca deixe de tentar!!!! Se eu consegui, vocês também conseguem!!!
Quem quiser saber um pouquinho dessa minha musa inspiradora, razão de eu estar vivo hoje, pode ler um post antigo, bem antigo mesmo: clicando aqui!

Um abraço… e lembrem-se… nunca deixem de acreditar, nunca deixem de amar. Pois sem amor, a vida não tem graça, a vida não é vida.. e se você é uma pessoa boa, honesta e verdadeira: você não perdeu nada, você se livrou de uma tralha… nunca desista, nunca deixe de acreditar… Tente outra vez!

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Papo cabeça…

“– Desse lado só tem corno! Desse outro só tem viado!!

— Oh rapa, eu não sou viado não!

— Então passa pro outro lado!”

Belos olhos....

Belos olhos….

Fala aí rapaziada… gostaram da piada? Pois é… eu adoro essa!! Adoro!

Seguinte… pô… sei lá…

Tipo.. tipo.. tipo.. érrrr. Sei lá.. entende? Então.. é isso…

Aquela coisa assim que pô.. aí tu.. pam.. ta ligado? Ta acompanhando o raciocínio? Pois é.. então.. tipo, que pá, e pum.. e tu meio que, né, bota pá rolo e ao mesmo tempo, tchum.. sinistro eu sei.. mas tu ta por dentro né? Então.. que tipo, saqualé né? Então.. que pô.. foda.. só que também tu meio que relibroni…

Pois é.. to assim..

Só as Mães são felizes

Fala aí rapaziada. Dia das mães ta chegando e então resolvi fazer uma declaração bombástica, para aqueles que me acompanham ou me conhecem há algum tempo e pensam, juram, tem certeza de que sou filho de chocadeira e tal (em função das coisas que eu falo e escrevo) eu digo, sinto desapontar-lhes, mas sim, eu tenho mãe! (seu mundo caiu né? Heheheeh que pena)… enfim…

Pois é… e eu nunca falei dela ou delas de um modo geral. Seja da minha mãe (dona Roberta), seja da minha avó (Dona Luzia, minha segunda mãe, que já se foi) ou de todas as mães do mundo.. Porque, mãe é foda né bicho? Não falo só da minha mãe, falo de um modo geral. Algumas pessoas só dão valor depois que perdem. Eu.. Eu? Bem.. eu.. perdi minha avó tem menos de um ano (eu suponho) e não tenho nenhum sentimento de culpa, remorso ou o mínimo sentimento de que não dei valor pra ela enquanto ela estava viva. De verdade, não mesmo. Sou tranqüilo quanto a isso. Mas tem gente que realmente, só percebe depois que a pessoa se vai, parte dessa pra nowhere. Portanto – mãe, não estou cantando sua pedra, não me interprete mal – acho que o dia que minha mãe morrer, também não vou ficar aí pelos cantos falando, chorando, dizendo: “ai minha mãezinha, querida, do meu coração… snif snif snif…”. Sem querer ser grosseiro e tal, mesmo escrevendo um post que deveria ser uma homenagem, eu não posso me furtar a dizer o que penso realmente (eu, pasmem, até sei escrever “bonito”, mas eu não estou sendo pago pra escrever porra nenhuma, então que se foda, eu falo o que eu penso, pelo menos aqui nesse canal)… então voltando.. como eu estava dizendo, o dia que minha mãe também se for, sim, acredito que vou ficar na merda, vou ficar triste, posso até chorar, mas não sinto que tenha nada que eu pudesse fazer diferente… a não ser o fato de estar escrevendo isso aqui agora, deixando um registro, que ela poderá ler, enquanto ainda é viva… se ela quiser ler né?… até porque, eu também confesso, não sou dos caras mais carinhosos que existe, nem o tipo de filho que toda mãe gostaria de ter… acho que muito pelo contrário. Mas enfim.. então, eu não costumo demonstrar muito os sentimentos, nem nunca fui de falar “eu te amo” (exceto pras mulheres que passaram pela minha vida… se não me engano, enquanto “puxe” e “empurre” são as palavras que mais abrem portas na vida (pegou a sacada?) “eu te amo” é seguramente a frase que mais abre pernas, então não tem jeito… todos os homens de um modo geral, aprendem a falar eu te amo primeiro pras putas, pra só depois de muito velho aprender a dizer isso pra mãe, pra tia, pra avó ou para qualquer pessoa que ame de verdade… um fato). Por isso resolvi escrever esse texto. Viu mãe? Sim.. tu é uma véia crente chata irritante e que vive fazendo coisas (intencionalmente ou não, não sei, ou sei, mas não vou julgar ou condenar) pra me fuder, mas eu te amo sim, te amo assim mesmo. Afinal de contas tu é minha mãe.

Agora mãe, para de ler, que eu vou falar com a rapaziada que lê o blog… (escuta essa musiquinha aqui, e só volte a ler quando chegar na parte que tem uma imagem, bonitinha, que eu espero encontrar no google.)

* com relação a essa música, ela é meramente ilustrativa… eu não sou filho único, eu tenho uma irmã, filha da minha mãe e do meu pai, a Baleia (vulgo: Gabriela), mãe da minha querida sobrinha linda que eu amo muito: a  Sardinha!

Eu lembro que eu tinha uma admiração bem maior pela minha mãe quando eu era mais novo, mais inocente e teísta. Eu não chegava a idolatrá-la como muitos filhos fazem… mas eu a admirava mais. Depois de um tempo, eu comecei ver uma série de defeitos nela. Antes, tudo eu jogava automaticamente na conta do meu pai. Tudo era culpa dele.. mas aí eu fui virando homem, entendendo mais de algumas coisas e passei a ver as coisas diferente.. enfim…

Ela sempre foi teísta.. natural, num país religioso como o Brasil (veja bem: religioso. Não to falando de país bom, de pessoas boas, to falando de religiosidade. Até porque se religiosidade, se ser religioso, se acreditar em algo mais, algo além da vida, um poder além de nós, maior que nós, fizesse pessoas boas, esse país não seria essa merda que é. Antro de ladrões, pilantras, safados, estupradores, bandidos, corruptos, gente inescrupulosa, gente má, pessoas que só se importam consigo mesmas… ou seja: esse país é uma privada e ao mesmo tempo é um dos países mais religiosos do mundo. Você vai na cadeia ou nas prisões e veja lá, faça um senso da população carcerária. Veja a quantidade de ateus, pessoas que assumidamente não crêem em nenhuma divindade e a de pessoas que dizem acreditar em alguma merda que seja, horóscopo, por exemplo? Você vai ver que mais de 90% da população carcerária é teísta (ou seja, acredita em algum tipo de deus). Então, resumindo, religiosidade não tem nada a ver com ser bom. Inclusive os números mostram o inverso. Número é número, não é gente? E contra fatos, não há argumentos.) mas voltando a minha mãe, ela sempre teve lá suas “fezes”, mas depois que virou crente pentecostal evangélica de chézus, puta que pariu… como eles crentes costumam dizer: “só Jesus na causa!”.. mas enfim… Decepcionou-me um tanto essa postura, essa nova atitude da minha mãe… Logo ela que sempre foi meu pilar, a parte que me fazia refletir e questionar a religiosidade alheia. Ela que sem falar nada, apenas por ser ela e ser minha mãe e eu amá-la e respeitá-la, ter uma grande admiração por ela enquanto criança ainda, por ela eu aprendi a respeitar a diversidade religiosa. Porque minha família na minha infância, dividia-se em duas partes: a parte do meu pai (ou seja: minha avó e aquela caralhada de tios e tias, tudo da parte do meu pai) e a parte da minha mãe (que era só ela. Minha mãe nunca foi de dar bola pra família dela. Viu mãe? Eu sou escroto assim, mas puxei isso de você! Ixi, esqueci que ela não está lendo mais… enfim…). Toda a família do meu pai, a vida inteira, todo mundo lá, sempre foi evangélico. (claro, tem a parte negra do passado da minha avó e do meu avô cachaceiro…mas abafa, quando eu passei a me entender por gente, já era todo mundo convertido ao cristianismo evangélico pentecostal) e minha mãe era fora desse círculo. Pra não queimar o filme dela, eu vou dizer apenas que ela era de religiões e crenças “alternativas”. Então, esse conflito, me fez desde cedo aprender a respeitar e a conviver com as diferenças. Por influência da família do meu pai e por ter sido criado por um bom tempo pela minha avó, já que minha mãe precisava trabalhar, trabalhava feito uma quenga (veja bem: feito uma quenga. Não to dizendo que era quenga. Mas era caixa de supermercado, que é quase a mesma coisa… a diferença é que a puta trabalha menos e ganha mais, tem hora pra sair e pra chegar em casa, pode aproveitar feriados, final de semana, decidir se trabalha ou não e pode até sentir algum prazer em ser fodida.. já as caixas de mercado, só se fodem e não tem vida social)… então, pelas mãos de minha própria avó eu ingressei já muito, muito, novo no mundo “crentelhístico”. Apesar de que, muito antes ainda disso, devo reconhecer também que pelas mãos de minha mãe eu fui batizado a força, sem o direito de dizer não, na igreja católica (que era mera formalidade, só pra não morrer pagão… ou seja: eu mal nasci e já tavam pensando que eu iria morrer.. sacanagem essa porra.. é uma criança bicho, cheia de vida pela frente… que pragmatismo católico é esse? Porra.. eu bebezinho, nem punheta batia.. que diabos de pecado eu tinha, que precisava de qualquer jeito ser batizado daquela forma ditatorial e violenta? Cadê meu direito de escolha? Mas enfim.. já superei).. aí desde pequeno, cantava na igreja, pregava, lia a bíblia, era uma maravilha!! Um jovem talento dedicado ao Senhor Chézussss.. ow grórias… mas depois de tanta briga, tanto disse-me-disse, minha mãe de um lado, os crentes do outro, eu resolvi, lá pelos meus 7, 8 ou 9 anos dar uma moral e fui fazer catecismo. Larguei o protestantismo e fui dar uma chance pro catolicismo… sim mãe, foi por sua causa. Era um tremendo ato de rebeldia. E como eu ia explicar isso pra minha avó? Mas segui firme.. fui em frente.. mas a verdade é que aquela porra de catecismo e igreja católica era muito chato e eu não fiquei 3 meses naquela merda e meti o pé. Chato demais. Não sei a igreja católica é que não era lá muito tradicional ou não, mas só sei que não tinha nenhum padre pra abusar de mim, não tinha nenhuma obrigação de usar calça mesmo no calor dos infernos (como é ou era na assembléia de deus), as mulheres podiam raspar o suvaco, cortar o cabelo e passar batom… aquilo tudo era muito liberal pra mim… (eu sou conservador, sempre fui)… aí, não demorou e voltei pra minha religiosidade que eu gostava. Mas eu tentei… mas mesmo não seguindo, eu aprendi, repito, a respeitar… então voltando lá ao começo, depois que minha mãe virou evangélica, ela vai contra tudo que ela sempre foi, tipo, virou outra pessoa.. mas, fazer o que né? É minha mãe assim mesmo. Eu ainda a amo. Mas, não posso dizer que a admiro, principalmente no que diz respeito a isso… enfim. Mas se ela é feliz lá, então, que ela continue lá, eu apoio, dou carona e tudo pra ela ir pra igreja, quero nem saber… importante é ser feliz.

Minha singela homenagem ao dia das mães!

Minha singela homenagem ao dia das mães!

Mãe? Mãe? Oh mãe!!!!!!!!! Já pode voltar a ler.. oh a imagem acima…

Então.. minha mãe é uma figura. Já me deu cada conselho infeliz, que eu segui ao pé da letra. O mais marcante, sem dúvida, foi quando minha mãe, ainda naquelas atividades religiosas alternativas (nem sonhava em ser crente, ela), por uma revelação dos deuses, orixás, origamis, cavaleiros do zodíaco, sei lá (não vou dedurar, já falei), me garantiu, categoricamente que eu devia casar. Aquela era a pessoa certa. E eu: “mas mãe?” E ela: “filho, são os xxxxxxxx que dizem. Tá traçado. É essa! Esse é o seu caminho para ser feliz!” E eu… até então, confiava muito na minha mãe. Minha mãe falou, ta falado, era assim que eu pensava… então.. sem querer transferir responsabilidades, mas, isso é um fato e ela sabe disso, casei. Que merda bicho! Vez ou outra eu jogava na cara dela: “é… e você falou naquela época, garantiu, que essa porra era o certo, o melhor pra mim a ser feito…” e ela, desde então sempre se esquivando, dizendo que não. Mas foi.. foi minha mãe e Helena (que também já morreu), as maiores responsáveis pelo meu primeiro casamento… Casamento esse que, eu fosse ateu na época eu não casava. Mas nem fudendo! Mas, eu na época era das religiões alternativas da minha mãe… era até bonito, tipo: nós dois caminhávamos juntos rumo ao abismo de satanás! Heheeheh lembra não, mãe? O que ela mandasse eu fazer, eu fazia! Lembro que uma vez, eu tinha exatos 16 anos, tinha começado a trabalhar, um colega me chamou pra passar o carnaval com ele e uma penca de mulheres que ele não ia dar conta sozinho numa casa de praia tudo zerooitocentos e então, me chamou pra dividir as pepecas, dar uma força pra ele, quebrar o galho… eu, porra, hormônios a flor da pele, comendo até mendiga na rua se me desse mole, antes de falar pro cara: “tamo junto! Fechou! Formou! Demoro! Já é!”, falei pra ele, eu vou só ver uma coisa antes, tenho que verificar minha agenda e te falo. (minha agenda? Huahuauh tinha era porra nenhuma… a não ser assistir Perfume de Emanuelle de madrugada e ficar tomando cachaça com os amigos na praça local do bairro que eu morava (e moro até hoje!! Isso é que é subir na vida!), era só uma desculpa pra eu primeiro consultar minha mãe… minha mãe, foi lá, com seus contatos do meio das “alternatividades”, voltou no outro dia com a informação: “essa casa de praia aí? Esse apartamento, ou sei lá o que é que esse ‘amigo’ seu te chamou? O xxxxxxxxxxxxxx disse que é pra você ir não, porque o que esse amigo seu quer é você.” E eu: “mas einh? Como assim mãe? Não fala isso.. não mãe. Não.. é buceta a parada… eu até conheço meia dúzia das ‘mulé’ que vão.. elas vão mesmo, eu já a vi com esse cara várias vezes, ele pega todas elas mesmo, só que dessa vez ele vai levar além delas, as irmãs, as tias, as primas e as vizinhas, por isso ele ta me chamando….” e ela: “você é quem sabe. O recado ta dado.” E eu? Chuta? NÃO FUI. E o tal viadão que queria me comer? É homem até hoje, nunca vi um ato de boiolagem daquele cara, até hoje, quando por um acaso do destino a gente se encontra, é como se não tivesse passado mais de 20 anos e até hoje ele continua fazendo as festinhas dele e… caralho mãe! Que porra de ‘profecia’ foi essa? Fique sabendo que naquela época tu me fudeu… de novo… caralho… aí, juntando os vários conselhos errados, por isso eu parei de dar bola pra véia, pros conselhos dela. Cago mesmo. Só manda letra errada…

Mas como eu tava falando, minha mãe é uma figura por quê? Porque, cara… veja só, até hoje a véia não sabe o que vai ser quando crescer. Minha mãe já foi babá, empregada doméstica, escrava, já trabalhou de caixa de supermercado, já cuidou de véio e tudo, mas nada disso é profissão que se escolhe. Isso tudo são conseqüências da vida, coisas que temos que fazer para sobreviver, não é necessariamente uma escolha… mas eu to pra ver uma pessoa que já fez mais curso profissionalizante que minha mãe e em todos eles ela é uma profissional relativamente boa (as vezes muito boa) e o principal: tem um monte de canudo (ou diploma) guardado em casa… e até hoje ela não decidiu o que vai ser… minha mãe tem diploma de costureira, de cabeleireira, de professora, de cozinheira, e mais uma pá de coisa que nem eu sei que ela já fez… tem até carta de motorista agora.. Já abriu salão de beleza, já deu aula em várias escolas, já costurou por encomenda, já fez bolo pra festas, já fez salgadinhos pra festas, já fez ornamentações de festas… caralho, mas tudo que ela faz, chega uma hora que ela para… ela simplesmente, eu acho, enche o saco e fala: “ahpaputaquepariu com essa merda”.. e volta a ser dona de casa…

Mas aí, é isso… mãe, te amo, chega de falar de você.

Eu quero mandar um beijo todo especial pra todas as mães do mundo, mas queria principalmente homenagear aqui, além da minha mãe, claro, três mães muito especiais pra mim, sem puxa-saquismo: A primeira delas, sem dúvida, minha esposa, a que eu escolhi ou a que simplesmente não tinha como não ser, porque isso sim é o que chamamos de encontro certo, na hora certa, minha querida amada esposa Valéria. Mãe de primeira viagem, mulher, companheira, amiga, que nesse exato momento carrega em seu ventre meu segundo herdeiro (o Eric, irmão do Matheus), não tenho palavras pra dizer o quanto essa mulher me faz bem, o quanto ela é importante pra mim, nem o quanto a amo!

E por falar em mãe, não posso deixar de citar minha querida cunhada Patrícia, mãe de 15 filhos, sacanagem, é só 4 (por enquanto!), mas ela tem 30 e poucos anos… por isso a ênfase, no número de filhos.. heheheeh (ela vai me matar quando ler isso), mas que eu admiro muito principalmente por ser a mãe que é, tem 4 filhos, um maior que eu e continua linda  (e esse parágrafo vocês não vão entender, nem é pra entender, porque eu não vou ficar falando da vida pessoal dos outros não) eu só sei que ela tem 4 e cuida e educa muito bem os 4. tem gente que tem um só e não sabe como proceder, bota filho contra o pai, diz que pai de fulano é outro, etc… Patrícia, cunhada: Tu é foda!

Por último, porém não menos importante, quero mandar um beijo e um abraço todo especial a minha sogra, Dona Nadja, que de sogra só tem a alcunha. É uma verdadeira mãe pra mim! Sogra, você é sensacional! Te adoro!

Um grande abraço pra todo mundo que leu o texto e um grande beijo a todas as mamães!

Obrigado pessoal!

By 22

10/05/13

O Verdadeiro Palmito Brasileiro

O Verdadeiro Palmito Brasileiro

Muitas pessoas pensam que o palmito brasileiro é aquele miolo da palmeira, aquele bagulho branquinho e tal, tipo isso aqui nessa imagem abaixo:

Palmito falso, não-brasileiro

Palmito falso, não-brasileiro

Mentira!

O verdadeiro Palmito brasileiro, pra começar não é branco, é preto. E… veja bem: e… Palmito é só um adjetivo, uma homenagem vamos assim dizer, é uma alusão a sua existência. Por quê? Porque daqui 20, 40, 100 anos ele ainda vai ser lembrado, vai ser citado, homenageado. Bocas salivarão só de lembrar, que um dia tivemos um Palmito entre nós, mesmo aquelas que nunca o experimentaram. Mesmo aqueles que não gostam do Palmito Brasileiro, vão lembrar que ele existiu e vão contar pros filhos, pros netos, em conversas entre amigos, numa mesa de bar, pode ter certeza, que o Palmito jamais será esquecido. Por isso mesmo é que o chamamos de Palmito Brasileiro, pois mesmo ainda existindo, já entrou pra mitologia brasileira. Já faz parte dos mitos nacionais e nem precisou morrer ou “acabar” pra já ser considerado como é. Mesmo Ayrton Senna, Mamonas Assassinas, Renato Russo, Cazuza, Ararinha Azul e tantos outros oriundos de nossa terra, como você pode conferir clicando aqui, só foram atingir o status que têm hoje, depois de sua morte ou extinção. No caso do Palmito brasileiro, a coisa é diferente. Ele já é assunto de mesa de bar, nas cozinhas de restaurante, nos salões de cabeleireiros, etc e até de posts de internet, como esse que você ta lendo agora, nos dias de hoje.. mas infelizmente o Palmito Brasileiro um dia vai acabar. O Palmito não é eterno. Palmito não ficará pra semente. Pois, se você não sabe: Palmito não se planta. (assim como o palmito branco estrangeiro… cada vez que você tira um palmito, uma palmeira morre. Não tem jeito.. é a vida)… mas como eu estava falando… Vamos aproveitar e valorizar nossa cultura, nossas raízes, (e você pode fazer sua parte, compartilhando esse post), enquanto ainda o temos por aqui.

Em tempo, uma imagem do Verdadeiro PauMito Brasileiro (cientificamente conhecido como Kidiuns Bengallliuns):

O verdadeiro Mito. O Paumito! Kid Bengala!

O verdadeiro Mito. O Paumito! Kid Bengala!

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Um grande abraço gente, obrigado pela visita, voltem sempre!

By 22

Síndrome de Cuhome

Síndrome de Cuhome

(baseado na vida e obra de Bettot)

Primeira vez que ouvi falar em “síndrome de cuhome”, foi através de meu amigo Bettot. Estávamos num papo informal, onde surgiu o assunto e ele veio com essa definição técnica científica pra coisa. Desde então, eu resolvi me aprofundar no assunto e fazer de fato um estudo mais minuncioso sobre esse tema tão pouco difundido, seja por questões éticas, de bom senso ou vergonha. Tipo o caso das mulheres que são violentadas e não dão queixa com medo de serem taxadas como putas, pois ainda rola em nossa sociedade, que se uma mulher é estuprada a culpa é dela e não do estuprador. Ela que estava com roupa provocante, ela que estava em tal lugar, se comportando de tal forma, etc.. são várias as desculpas. Ao invés de ensinar homens a não estuprar, tenta-se de toda forma ensinar mulheres a não serem estupradas. Tudo isso pra ilustrar que o mesmo ocorre com a síndrome de Cuhome. É até mesmo um assunto tabu. Muitas pessoas sofrem dessa patologia mas jamais tocam no assunto. Nem psicólogos conseguem adentrar tão longe nessa questão de foro tão íntimo. É realmente complicado. Mas, eu, finalmente consegui completar meus estudos sobre o assunto e talvez eu leve isso mais a fundo usando o tema como tese de minha monografia.

Por que a Síndrome de Cuhome é tão séria?

Primeiramente porque ela pode e causa sérios desconfortos, mal estar, medo de sair de casa, vontade de isolamento, falta de apetite e até depressão.

Segundo porque interfere diretamente no direito inalienável do ser humano de ser livre seja em qualquer lugar que for.

O que é a síndrome de Cuhome?

Assim pra você querido leitor, desprovido da mesma inteligência que eu, pra você poder entender mais facilmente eu simplifico resumidamente: Trata-se do famoso “cu caseiro”. Ou seja, é aquela pessoa que só consegue fazer suas necessidades fisiológicas (vulgo defecar) em casa, no conforto do seu lar.

Uma pessoa que sofre da Síndrome de Cuhome, deixa de aproveitar muitas coisas boas que a vida oferece e age diretamente numa das maiores delas, que é o ato de cagar. Dom divino, concedido por Deus a todos os seres que andam sobre a terra. Um dos maiores presentes de Deus pra humanidade. Você não precisa de ninguém, além de si mesmo para usufruir dessa dádiva!

Num cantinho, minimamente reservado,e um cigarrinho então, não tem coisa melhor!

Automaticamente sente-se a sensação de alívio, como se tivesse tirado um peso de dentro de você. Uma verdadeira sessão de descarrego. Sem falar que te faz treinar uma coisa muito importante na vida humana, ou seja: praticar o desapego! Seja naquela olhadinha antes de puxar a descarga ou naquele tolete largado sem olhar pra tras numa obra ainda em construção, inacabada, de terceiros ou até mesmo o desapego de deixar um pedaço de você num mato qualquer e ir embora sem pensar em voltar atrás, apenas com a sensação de dever cumprido. Isso gente, é desapego!

Com a evolução hippie nos anos 70 a síndrome de cuhome se agravou ainda mais. John Lennon certa vez disse: Faça amor, não faça merda! Esse foi um dos maiores absurdos já ditos a humanidade e por isso, por essa frase mal traduzida em diversos países é que John foi assassinado por um de seus fãs. Um dos construtores do Titanic certa vez falou: Esse navio boia mais que bosta, nem deus afunda essa merda.. Resultado? Todo mundo sabe… tem até o filme com o Diqueipriow mostrando a história. Jesus foi crucificado, pois o povo judeu ao ser consultado por Pôncio Pilatos, se soltava Jesus que nunca fez merda nenhuma ou Barrabás com merda até o pescoço, o povo não pensou duas vezes: solta Barrabás! Ou seja, uma pessoa que não faz merda, desde os tempos de Cristo é tida com uma pessoa não confiável. Mas daquela vez eles realmente estavam diante do Messias. Mas eu, nem você podemos condenar: quem não teria atitude semelhante? O cara nunca fez uma merda na vida? Tem coisa mal contada aí.. só pode… e a história, mais uma vez, todo mundo conhece. Mas calma, nem só de merda viverá o homem. O avião dos Mamonas Assassinas, foi uma resposta de Deus a petulância dos garotos brincalhões, que estavam fazendo merda demais, querendo ser maiores que o criador. Cazuza uma vez em seu show, parou e disse: eu não quero fazer mais merda nenhuma, só quero ficar aqui e fumar meu baseado. Deus, esse baseado é pra você. Ou seja, desrespeitou uma lei divina que diz: comeu tem que cagar. Cazuza estava visivelmente acometido da síndrome de cuhome. Renato Russo, outro poeta de nossa era, parou de usar o cu pra cagar e começou a usá-lo com outros fins… seu final foi triste. Paulo Coelho sempre disse: cu é pra cagar e dar pros amigos. Em função da infinidade de merda que já escreveu, na forma de livros e por reconhecer que cu também é pra cagar, Deus ignorou a segunda parte e ele continua vivo até hoje.

Gente, isso tudo é pra dizer pra vocês, nunca deixem de cagar. O peido é verdadeiramente a alma do cocô, portanto aos primeiros sinais de flatulência, procurem o banheiro mais próximo. E jamais tenha vergonha do que você é. Você é o que você caga.

E nada mais digo.

[puxando a descarga…]

in memoriam de Cacau

by 22

(em tempo, perdoem os erros de gramática e de português, pois o texto foi digitado de uma porrada só  e eu não to com saco pra passar o corretor ortográfico ou verificar as fontes… seqvme)

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